quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Toque de turquesa...
A turquesa deu o tom que faltava no verão. Ela dá um toque vibrante na produção e o legal é que combina tanto com cores neutras,que são o bege e o branco, como com cores fortes no caso do coral. Quer modernizar o seu look use esse lindo colar Tita Maria.
Pisando em flores....
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Moda: shortinho jeans....
Sabe essa mania de usar shortinho jeans bem curtinho com o bolso aparecendo? Eu adoro e já comprei o meu...Achei esse da Toli lindinho com os bolsos maiores e floridos. Quando quiser montar um look aparentemente despretensioso e só investir nele. Um opção pra misturar com ele é o top Carol Bella liberty.
Soulier na Esquina da Moda............
A Primavera chegou e com ela temos vontade de usar looks mais fresquinhos e confortáveis. Pensando nisso e nas tendências da estação preparamos uma opção de look Carol Bella. As sapatilhas fofas são da marca Soulier http://www.soulier.com.br/ que já se encontram na loja e a faixa de renda é Tita Maria.

Foto 1: Tqc folhagem laranja Carol Bella

Foto 2: Sapatilhas da marca Soulier
Foto 1: Tqc folhagem laranja Carol Bella

Foto 2: Sapatilhas da marca Soulier
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Muitos anéis.....
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Maria Bonita Extra para Tititi....
Turquesa das passarelas para as ruas....
O turquesa promete ser um dos principais tons do verão 2011 e segundo Gloria Kalil, a cor vai bem para todo mundo. "Não existe pele que não combine com o turquesa”.Agora, ir bem para todos não significa ser fácil de usar. Gloria acredita que “combinar turquesa é muito difícil, pois é uma cor muito marcante”. Abaixo, além de Gloria outros estilistas indicam qual é a melhor combinação de sapatos para a cor, confira e inspire-se!
. Gloria Kalil
“O mais fácil é usar um calçado da mesma cor - um tom abaixo ou acima - ou apostar nos novos neutros.
. Clô Orozco, diretora-criativa do grupo Huis Clos
“Eu usaria com uma sandália cinza/bege/areia (cores extremamente neutras), pois o vestido turquesa por si só chama muita atenção.
Eduardo Pombal, estilista da Forum
“Depende do look e da proposta da roupa, em um todo azul, você pode usar um sapato nude para dar uma sensação de pé nu.
Fonte: http://chic.ig.com.br/
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Secador de cabelo florido e de bolsa

Ok, que não são todas porque sempre existe a exceção da regra, mas secador é um dos melhores amigos de uma mulher. Para quem vive viajando, ou dormindo fora de casa, um secador portátil é imprescindível para tomar a franja, ou aquela mecha de cabelo que acordou rebelde. A http://www.julianafaro.com.br/ sabe disso e não pensou duas vezes ao colocar este secador vintage para a seção de peças de artes, objetos de decoração e outras curiosidades da loja do Shopping Leblon. Ele é a vedete da semana e foi todo customizado com estampa floral. O mimo sai por R$98,00, na loja no Leblon, 21 2294-2837.
Fonte: http://modices.uol.com.br/categoria/noticias
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Coral..mais uma cor pro seu verão...
As passarelas de verão 2011 colocaram o coral em destaque. Não há como negar, o tom avermelhado (ou alaranjado) do coral, uma gema orgânica de origem marinha, muito usada na joalheria, é uma das apostas para a estação.
Para quem adora vestir tonalidades mais fortes no verão, mas não sabe dosar a intensidade dessa cor e combiná-la adequadamente com outros acessórios, o Chic perguntou o que usar com o coral para seis fashionistas. Confira as respostas abaixo e prepare-se para aderir à moda sem medo!
. Gloria Kalil
“Os mesmos três neutros - onça, cobra e metalizados - que vão com o turquesa acompanham muitíssimo bem o coral”.
. Helena Linhares, empresária e dona da marca Pelu
“Eu adoro combinar o coral com verde militar ou jeans azul”.
. Valdemar Iodice, estilista
"Os tons de bege e branco complementam a cor coral, assim como o jeans. Mas também acredito que o coral seja um complemento ao preto".
. Juliana Jabour, estilista
"O coral fica bem com peças camelo e de chambray bem clarinhas".
. Rosa Duarte, estilista da marca Giulietta
“Fica lindo misturado com todos os tons de cru e azul mineral, é uma combinação bem fresca e deixa o visual bem moderninho. Coral com amarelo também é bem bonito de se ver junto”.
. Andrea Marques, estilista
“Gosto muito de coral com cáquis, com craft (aquela cor do papel, mais caramelada) ou mesmo com brancos".
Texto: http://chic.ig.com.br
domingo, 17 de outubro de 2010
A verdade sobre o fast fashion
Como realmente funciona uma loja fast fashion (tipo H&M, Zara, Topshop e outras que amamos). O grande lance desse sistema? Nós (eu, você, suas amigas) que escolhem o que fica e o que sai da arara. A seguir, o texto completo:
Peças com informação de moda e com baixo preço. O que mais um consumidor pode querer? Zara, H&M, Topshop, Mango e Uniqlo são alguns nomes que tanto impulsionaram a marola da fast fashion como tomam para si a responsabilidade de manter a onda lucrativa do fenômeno. Curioso? Nem tanto. Essas marcas sabem aproveitar o que o consumidor tem de melhor. Não, a resposta aqui não é o poder aquisitivo de seus clientes, mas sim o conhecimento de mercado (e de estilo) que cada um deles tem. Em fast fashion, além de comprar e dar lucro direto à marca, o consumidor também trabalha para a empresa.
Quem explica a aparente contradição é o economista Enrico Cietta, consultor de moda e sócio-diretor da Diomedea – empresa italiana de pesquisa e comunicação. “O grande mérito de uma verdadeira fast fashion é dar poder aos seus clientes. Eles (os consumidores) acabam por trabalhar como consultores de moda destas empresas, já que elas produzem novas peças a partir da oferta e da procura de suas próprias prateleiras”. Diferentemente de grifes do pronto-para-vestir como Chanel, Marc Jacobs, Armani, Prada e Celine, entre tantas outras, uma loja fast fashion não tem uma coleção inteiramente pronta a cada temporada. Ela é desenvolvida de acordo com os desejos do mercado. “Inicialmente, são produzidas apenas pequenas coleções, que servem como “teste” de mercado. Chegam às lojas e, se vendidas, outros modelos a partir daquele são desenvolvidos em variações de cores e detalhes. Se o produto for “rejeitado” pelos consumidores, ele é rapidamente retirado das araras e seu molde colocado na gaveta. Sendo assim, quem determina o que vem na próxima leva de peças, é o próprio consumidor”, explica Cietta. A teoria coloca, inclusive, um ponto final na idéia de que a grama do vizinho é sempre a mais verde. Quem nunca reclamou, por exemplo, que em uma Zara da Europa encontram-se melhores peças do que no Brasil? A culpa, meus caros, é tupiniquim. Somos nós que escolhemos (e editamos) o que a loja vai nos oferecer.
“Não é por ser barata, não é por ter infinitas filiais, não é por ser ágil na hora de reabastecer o estoque. Essas são apenas algumas variáveis do sucesso do sistema. Uma fast fashion só é considerada como tal (e só terá lucros como tal) se deixar seus clientes comandarem a produção”, define o consultor. O sistema, a principio novo, é um antigo conhecido dos brasileiros e do mundo, claro. “Você conhece uma verdadeira fast fashion e que não é do mercado têxtil”, me desafia Cietta. Segundos depois, a reposta: o programa Big Brother é um exemplo claro de que o sistema funciona. Ao decorrer do show, quem dita as regras são os telespectadores. Eles escolhem que participante fica, qual deles saí. Se não gostam de certa pessoa, o “brother” é punido, paga prendas, e ele se vê obrigado a se modificar, se refinar para continuar existindo, caso contrário, ele não fará mais parte do show. Ao longo da trajetória, algumas eliminações são necessárias para que se chegue ao vencedor – digno de tal posto. Quando a temporada chega ao fim, só resta esperar um novo programa começar para cair de amores, ou de ódio, pelos próximos protagonistas. Sejam eles da televisão, ou da moda.
Fonte: http://sanduichedealgodao.com.br/
Peças com informação de moda e com baixo preço. O que mais um consumidor pode querer? Zara, H&M, Topshop, Mango e Uniqlo são alguns nomes que tanto impulsionaram a marola da fast fashion como tomam para si a responsabilidade de manter a onda lucrativa do fenômeno. Curioso? Nem tanto. Essas marcas sabem aproveitar o que o consumidor tem de melhor. Não, a resposta aqui não é o poder aquisitivo de seus clientes, mas sim o conhecimento de mercado (e de estilo) que cada um deles tem. Em fast fashion, além de comprar e dar lucro direto à marca, o consumidor também trabalha para a empresa.
Quem explica a aparente contradição é o economista Enrico Cietta, consultor de moda e sócio-diretor da Diomedea – empresa italiana de pesquisa e comunicação. “O grande mérito de uma verdadeira fast fashion é dar poder aos seus clientes. Eles (os consumidores) acabam por trabalhar como consultores de moda destas empresas, já que elas produzem novas peças a partir da oferta e da procura de suas próprias prateleiras”. Diferentemente de grifes do pronto-para-vestir como Chanel, Marc Jacobs, Armani, Prada e Celine, entre tantas outras, uma loja fast fashion não tem uma coleção inteiramente pronta a cada temporada. Ela é desenvolvida de acordo com os desejos do mercado. “Inicialmente, são produzidas apenas pequenas coleções, que servem como “teste” de mercado. Chegam às lojas e, se vendidas, outros modelos a partir daquele são desenvolvidos em variações de cores e detalhes. Se o produto for “rejeitado” pelos consumidores, ele é rapidamente retirado das araras e seu molde colocado na gaveta. Sendo assim, quem determina o que vem na próxima leva de peças, é o próprio consumidor”, explica Cietta. A teoria coloca, inclusive, um ponto final na idéia de que a grama do vizinho é sempre a mais verde. Quem nunca reclamou, por exemplo, que em uma Zara da Europa encontram-se melhores peças do que no Brasil? A culpa, meus caros, é tupiniquim. Somos nós que escolhemos (e editamos) o que a loja vai nos oferecer.
“Não é por ser barata, não é por ter infinitas filiais, não é por ser ágil na hora de reabastecer o estoque. Essas são apenas algumas variáveis do sucesso do sistema. Uma fast fashion só é considerada como tal (e só terá lucros como tal) se deixar seus clientes comandarem a produção”, define o consultor. O sistema, a principio novo, é um antigo conhecido dos brasileiros e do mundo, claro. “Você conhece uma verdadeira fast fashion e que não é do mercado têxtil”, me desafia Cietta. Segundos depois, a reposta: o programa Big Brother é um exemplo claro de que o sistema funciona. Ao decorrer do show, quem dita as regras são os telespectadores. Eles escolhem que participante fica, qual deles saí. Se não gostam de certa pessoa, o “brother” é punido, paga prendas, e ele se vê obrigado a se modificar, se refinar para continuar existindo, caso contrário, ele não fará mais parte do show. Ao longo da trajetória, algumas eliminações são necessárias para que se chegue ao vencedor – digno de tal posto. Quando a temporada chega ao fim, só resta esperar um novo programa começar para cair de amores, ou de ódio, pelos próximos protagonistas. Sejam eles da televisão, ou da moda.
Fonte: http://sanduichedealgodao.com.br/
sábado, 16 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Moda também é uma questão política por Glória Kalil
Amei esse texto da Glória Kalil......
Dia desses ouvi uma pessoa muito conhecida no mundo da moda dizer que não ia votar porque não se interessava por política. Fiquei passada. Será que ela não sabe que moda também é uma questão política?
Tudo na vida é uma questão de escolhas. Essa pessoa é considerada uma pessoa de estilo, uma pessoa que se veste muito bem. Sabe escolher perfeitamente cada peça que veste, revelando assim ao mundo sua personalidade, sua identidade. A escolha de suas roupas é perfeita porque expressa com perfeição a sua imagem. Tudo o que ela usa tem a sua cara: são roupas que a representam muito bem.
Como então uma pessoa como ela, que faz questão de escolher, só e apenas, peças que a representem bem, pode deixar de escolher com o mesmo apuro a pessoa que vai representá-la nos rumos do país e, portanto, interferir totalmente no seu modo de viver?
Francamente. É pensar mal, pouco e curto. Pessoas que são rigorosas nas escolhas do que vestem, sabem como uma roupa mal escolhida ou um acessório errado deixa a gente desconfortável, despersonalizada.
Essas pessoas jamais deixariam alguém escolher o que elas usam. Porque então deixam de votar e assim permitir que outros decidam uma coisa muito mais importante que é o rumo de suas vidas?
Fonte: http://chic.ig.com.br
Dia desses ouvi uma pessoa muito conhecida no mundo da moda dizer que não ia votar porque não se interessava por política. Fiquei passada. Será que ela não sabe que moda também é uma questão política?
Tudo na vida é uma questão de escolhas. Essa pessoa é considerada uma pessoa de estilo, uma pessoa que se veste muito bem. Sabe escolher perfeitamente cada peça que veste, revelando assim ao mundo sua personalidade, sua identidade. A escolha de suas roupas é perfeita porque expressa com perfeição a sua imagem. Tudo o que ela usa tem a sua cara: são roupas que a representam muito bem.
Como então uma pessoa como ela, que faz questão de escolher, só e apenas, peças que a representem bem, pode deixar de escolher com o mesmo apuro a pessoa que vai representá-la nos rumos do país e, portanto, interferir totalmente no seu modo de viver?
Francamente. É pensar mal, pouco e curto. Pessoas que são rigorosas nas escolhas do que vestem, sabem como uma roupa mal escolhida ou um acessório errado deixa a gente desconfortável, despersonalizada.
Essas pessoas jamais deixariam alguém escolher o que elas usam. Porque então deixam de votar e assim permitir que outros decidam uma coisa muito mais importante que é o rumo de suas vidas?
Fonte: http://chic.ig.com.br
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Kits Petit Jolie para o Dia das Crianças...Lindos
Amei os kits que as meninas da http://www.petitjolieatelier.blogspot.com/ fizeram para o Dia das Crianças.São kits para as meninas que adoram brincar de faz de conta.Eu fui correndo comprar o da minha filhota,pois eles estão voando da loja.




segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Pérolas
As pérolas nunca saem de moda, Na primavera verão 2010/2011 elas serão novamente uma forte tendência,pois a delicadeza vai marcar a temporada. Quando usadas sutilmente, remetem feminilidade ao look, mas para as descoladas que preferem um ar mais rock’n’roll é só usá-las com metais em ouro amarelo ou branco.Nas fotos os colares Tita Maria estão com broches de flores de seda.


Navy....
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